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7 Assuntos Que Vão Sacudir a Hotelaria
em 2016 e 2017



Aquisições, crescimento e consolidação das OTAs, programas de fidelidade, revenue management, Airbnb e a economia de compartilhamento, e mudanças necessárias na área de vendas dos hotéis.

Esses são alguns dos tópicos frequentes do mercado este ano(e o ano que vem também), nós escolhemos 7 assuntos que estão sacudindo a indústria de viagens e que nós vamos continuamente analisar.
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1 – Aumento de concorrência e das consolidações.

O mercado online e as OTAs vão continuar em alta, especialmenteem países emergentes. Apesar dos hotéis estarem começando reais esforçospara venda direta e e-commerce, não há sinal de que isso vá impactar o crescimento das OTAs, na verdade, são as vendas off-line que estão sofrendo, alémdisso, as OTAs estão em um momento especial de consolidação de operações eaquisições (observe a compra da Expedia da Orbitz, Travelocity, Wotif, e umafatia minoritária das ações da Decolar, e também de parte das ações do HotelUrbano pela Priceline, grupo controlador da Booking.com).

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2 – A complexidade de distribuição nunca foi tão grande(e vai se agravar).

OTAs, metasearches, marketing digital, e-mail marketing, remarketing, Facebook ads, Google Adwords, SEO, ROI, conversão, mobile: estas são só algumas das sopas de letrinhas que estão presentes no novo mundo comercial da hotelaria. Executivos de vendas vestidos formalmente com suas maletas e seus carros carros, estão cada vez mais dando lugar a especialistas de RM e e-commerce. A transição vai se intensificando ainda mais na medida que o market share online vai crescendo.

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3 – Questionamentos sobre o futuro da hotelaria.

Os executivos da hotelaria começaram a sentir o risco iminente trazido pelo crescimento avassalador de novos players de aluguel de casas de temporada e hospedagens alternativas. Após a chegada (e do sucesso) do Airbnb, alguns executivos estão se perguntando qual é o lugar da hotelaria quando a cultura do compartilhamento realmente se consolidar. Apesar disso, algumas redes como Accor Hotéis, já reconheceram o potencial desse mercado para a hotelaria e fizeram a aquisição de um grande player de aluguéis para temporada, o Onefinestay por U$ 169 milhões.

No futuro, pode haver espaço para os hotéis usarem da sua expertise de hospitalidade para rentabilizar com estes mercados. E as mudanças não param por aí: o Airbnb já sinalizou que vai entrar no mercado corporativo.

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4 – Fidelidade é um tópico certo, mas a formula está longe da perfeição.

Já sabemos que adquirir um hóspede novo é sempre mais caro que trazer de volta um recorrente. O que não se sabe ainda é qual a formula mágica para fazer os programas de fidelidade funcionarem 100%. A maioria das grandes redes (Accor, Marriott, Hilton por exemplo) vêm investindo agressivamente em programas de fidelidade e grandes descontos em reservas diretas para membros dos seus programas, mas o resultado disso ainda não parece tão consistente e engajador como os programas de milhagens das companhias aéreas, por exemplo. Ainda há muito por vir desse assunto.

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5 – Para não se tornar commodity, o produto hoteleiro requer hoje visuais mais ricos e conteúdo engajador.

Na era da interrupção (Whatsapp, Facebook, Instagram, Pinterest, e-mail, notificações de smartphone) os hotéis têm que disputar pela atenção do cliente para garantir performance de vendas online. Além de fotos, para se diferenciar, já é necessário um conteúdo mais rico, como tours 360 do streetview, vídeos, infográficos e engajamento nas redes sociais para se manter no hall de escolhas do cliente. Antes, ter a curiosidade do cliente era o suficiente, agora, você precisa ter sua atenção.

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6 – RM será discutido com mais seriedade.

Não é raro encontrar administrações hoteleiras afirmando que praticam RM pelo simples fato de “flutuar tarifas”, no entanto, a prática de RM requer muito mais inteligência e dados que isso. As ferramentas e práticas ainda estão em período de maturação, e devemos ver muitas novidades nesse tópico.

Estão contidos na formula de um bom RM: dados históricos do seu hotel, de concorrentes, evolução das tarifas, e projeções futuras de demanda; isso quer dizer que se você quer praticar RM agora ou no futuro (e acredite, você vai querer), é melhor você começar a coletar as métricas importantes agora, porque você vai precisar delas.


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7 – Metasearches ainda estão encontrando seu espaço.

Os Metasearches (Trivago, Kayak, HotelsCombined), que são sites que comparam preços de hotéis em vários canais, estão ainda a encontrar o seu espaço no mercado. Anteriormente, muitos deles cobravam por anúncios por cliques, agora, com o Tripadvisor facilitando e finalizando reservas direto na plataforma, os hotéis pagarão comissões pelas reservas efetuadas. Esse cenário deixa uma grande pergunta: Se tornarão os Metasearches OTAs gigantes ou eles vão efetivamente se tornar ferramentas para levar clientes direto para os sites dos hotéis?




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