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11 Mega tendências que vão impactar
a Hotelaria em 2017 e 2018

A boa hotelaria acontece quando você conhece as expectativas dos seus hóspedes e encontra maneiras de atendê-las, ou idealmente superá-las. Com a mudança rápida do comportamento do mercado e dos clientes, as vezes é difícil acompanhar o passo.


Este artigo é para você hoteleiro a se manter à frente ás expectativas evolutivas do mercado e dos clientes. Destacamos em especial 11 mega tendências que estão impactando a hotelaria.




   1- Revenue Management



A busca pelos conceitos e práticas do Revenue Management vão crescer nos próximos   anos, assim como os sistemas que apoiam estas práticas. Cada vez mais os hotéis   entendem que RM não é só flutuação tarifária: é colocar na frente do cliente o produto certo, na hora certa e com o preço certo.


Um hotel que prática RM têm em média 7% a  mais de receita do que os que não fazem.




    2- Consolidação dos Intermediários (Operadoras e Agências)


A dança dos gigantes não para. Somente nos últimos anos tivemos:

  • CVC adquiriu a Trend Operadora
  • CVC comprou a Submarino Viagens
    • CVC comprou outra fatia da Rextur Advance e fica com 84% da empresa
      • CVC comprou a Experimento Intercambio 
      • A Hotelbeds comprou a Tourico Holidays e a GTA travel
      • Houve fusão entre a MMT Gapnet e Flytour

      • Os fundadores da Hotel Urbano retomaram o controle da empresa, que era da Priceline

      • A Expedia comprou uma fatia da Decolar.com

      • A Expedia comprou a HomeAway

      • A rede Accor comprou o concorrente do AirBnb, o Onefinestay


      Com as consolidações, é natural que a concorrência entre os players diminua, criando um ambiente mais homogêneo de distribuição. Isso, porém, gera uma situação mais complicada para os hotéis: a distribuição se controlada por poucos players, tende a ficar mais cara.




        3- Investimento em Mídia Digital




      Com as crescentes comissões ficou muito caro ignorar a área digital, que foi historicamente ignorada por grande parte da hotelaria, mas agora cresce a passos acelerados. As OTAs(agências online) seguem como pioneiras no crescimento digital, implementando complexas tecnologias de e-commerce e personalização, e prometem inovar também a área de viagens corporativas nos próximos anos. O Airbnb e Booking.com, em especial, prometeram entrar no setor corporativo de viagens.




         
          4- Medidas anti-crise e busca de um mix de distribuição saudável


      O “caminho fácil” das vendas já não funciona tão bem quanto antes. Entregar o inventário para os intermediários e esperar que eles façam o trabalho de trazer hóspedes já não é mais a solução e começou a se tornar problema pelos seguintes motivos:


      • Como a procura aumentou substancialmente, a concorrência entre hotéis nas plataformas de intermediários se intensificou, especialmente na corrida dos preços. Vai ser difícil, senão impossível, conseguir ser o mais barato sem ter prejuízo.
      • Os intermediários entenderam que os hotéis veem neles a salvação da falada “crise” e estão apertando o cerco das comissões.
      • As consolidações, fusões e aquisições agrupam o inventário dos hotéis e diminuem a concorrência entre os intermediários, resultando em aumento de comissões e pressão nos hotéis.


      Como é extremamente difícil para os hotéis viverem completamente sem os canais de distribuição, o ideal é encontrar um mix harmonioso de vendas diretas e vendas comissionadas.




             5- Consolidação dos MetaSearches



      Os Metasearches são sites que comparam preços e condições de hotéis em centenas de sites de reservas (você ouviu Trivago?). São muito úteis para o consumidor e estão na busca de um modelo de negócio lucrativo. O modelo atual promete levar visitantes direto para os sites dos hotéis, no entanto, a maioria do tráfego adquirido por essas plataformas ainda são direcionados para as OTAs.



              

              6- Integrações e Investimento em Tecnologia


      A tecnologia será extremamente importante nos anos a seguir, tanto para os hotéis, que vão entrar no jogo das vendas diretas massivamente, quanto para os intermediários que estão cada vez mais investindo em conectividade para troca de conteúdo de hotéis.




           7- Consolidação de Reservas Mobile e     HotelMobile  Apps

      Reservas mobile não são mais tendência, já são realidades. Pelo menos 30% dos acessos da maioria dos sites já vem de dispositivos móveis. Se você não tem um e-commerce preparado para dispositivos móveis, você está empurrando essa audiência de volta para os intermediários.


      É importante também pontuar que seu valioso orçamento de marketing também está indo pelo ralo na mesma proporção. Agora veremos hotéis, a começar pelas redes, investirem em aplicativos instaláveis(na Google Play e App Store) para manterem uma comunicação constante com seus hóspedes.


      Para ter uma ideia, a taxa de leitura de notificações de smartphones chega a 90%, e é por este motivo que o grande varejo é tão insistente para que você instale os aplicativos no seu celular(alguns dão frete grátis, no caso da Azul por exemplo, eles não cobram taxa de embarque para quem compra aéreo pelo mobile app).



              
        8-Sites de Aluguel de Quartos e Temporada (Airbnb,
        HomeAway, Onefinestay)



      Com 150 milhões de usuários e um valor de mercado que os coloca à frente de Hilton, Hyatt e Wyndham, é fácil de entender porque a conversa acerca de sites de aluguel de quartos está se intensificando. O gigante está mirando agora em outro mercado lucrativo, o mercado de viagens de negócio. O mercado e os governos por sua vez já começam a regulamentar e encaixar este player como um agente legítimo de viagens. Sim, você leu certo:


      O AirBnb não vai a lugar nenhum e vai continuar crescendo.


      Por outro lado, existem redes hoteleiras que acreditam que pretendem usar seu expertise para se diferenciar neste mercado. Como a Accor que comprou o site Onefinestay por U$ 169 milhões.


      O que o futuro aguarda para esse mercado ficará mais claro e regulamentado em 2018.





              9- Procura por diferenciação





      Antes, ter a curiosidade do cliente era o suficiente, agora você precisa ter sua atenção.


      Google Street View, Imagens de Drones, Tours 360, Vídeos Institucionais, contas em múltiplas redes sociais, lindas imagens no Instagram, são os novos itens de visuais que estão sendo explorados para que o hóspede consiga degustar um pouco do produto hoteleiro, o que serve como diferenciação. Redes como a Marriott já prometeram inclusive usar realidade virtual para teleportar viajantes: http://bit.ly/exame-marriot-oculus-rift




       
           10- Fidelidade



      Trazer um novo é sempre mais caro que trazer um antigo de volta, porém a fórmula da fidelidade na hotelaria ainda não está 100% funcional(se comparadas com a aviação). Muitas grandes redes , Accor, Marriott e Hilton por exemplo, vêm investindo agressivamente em programas de tarifas para membros.



                  

          11- Novas expertises serão necessárias para área de reservas



      OTAs, MetaSearches, marketing digital, e-mail marketing, remarketing, Facebook Ads, Google Adwords, SEO, ROI, conversão, mobile: estas são só algumas das sopas de letrinhas que estão presentes no novo mundo comercial da hotelaria.




      Conclusão:

      Há uma mudança de paradigma acontecendo, o jeito de comprar está mudando, o jeito de vender também. Vencerão neste novo paradigma os hotéis que estiverem antecipando as mudanças que estão por vir.  

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